Perante o risco detectado de colapso da estrutura, a Câmara Municipal de Lisboa decidiu intervir, mobilizando recursos significativos e uma equipa multidisciplinar de reconhecidos especialistas. Foram substituídos os pilares de sustentação da cobertura e restaurado o ripado de madeira, elemento decisivo para a criação das condições micro climáticas da Estufa Fria.
Paralelamente, foi reconhecida uma oportunidade para revitalizar este espaço, criando condições para uma relação renovada com o público, que se pretende mais próxima, acessível, diferenciada e mediada, dando origem a uma nova Missão para a Estufa Fria de Lisboa.
Está assim em curso a implementação de um conjunto de estratégias diversificadas:
Instalação de uma unidade operacional na Estufa Fria de Lisboa (atendimento mais consistente, marcação de visitas, disponibilização de recursos logísticos);
Construção de um centro de interpretação;
Concessão da nave para eventos;
Construção de percurso adaptado a mobilidade reduzida;
Renovação dos WC;
Identificação botânica das espécies e destaque de alguns exemplares;
Criação de um sitio de internet dedicado à Estufa Fria
Implementação de um projecto educativo: Espreita e Descobre a Estufa Fria de Lisboa;
Suportes informativos para diferentes públicos;
Publicação do livro relativo à flora da Estufa Quente: “Flora da Estufa Quente de Lisboa – pteridófitos e dicotiledóneas”.
Convidamos todos a revisitar a Estufa Fria de Lisboa e a acompanhar as transformações que farão deste equipamento um espaço de lazer, de interesse turístico e como recurso educativo privilegiado, na cidade de Lisboa, para a promoção do valor das plantas, com vista à adopção de comportamentos promotores da conservação da biodiversidade, numa estratégia de sustentabilidade.




